ABSOLVIÇÃO ENTRE OS GREGOS

Verbete sobre ABSOLVIÇÃO (ABS. ENTRE OS GREGOS) na Enciclopédia Católica

VII. ABSOLVIÇÃO entre os gregos. — I. Fórmulas da absolvição. II. Crença no poder de remeter os pecados.

I. FÓRMULAS DA ABSOLVIÇÃO. — De acordo com a prática corrente da Igreja grega unida e não-unida, prática conforme àquela das outras Igrejas e claramente fixada pelos euchológios ou rituais, exigida aliás pela natureza mesma das coisas, a absolvição sacramental é precedida da acusação detalhada dos pecados e geralmente da imposição de uma penitência proporcionada às faltas acusadas; algumas vezes, e conforme a antigos penitenciais, a penitência sacramental não é imposta que após a absolvição. Para absolver o penitente, o confessor faz uso de fórmulas determinadas e de uma prática certamente muito antiga. Nós mencionaremos aqui primeiro aquelas que se encontram nos euchológios dos não-unidos como dos unidos; depois aquelas que são próprias aos gregos unidos, e enfim nós indicaremos as modificações introduzidas na prática.

1º Fórmulas admitidas nos euchológios dos gregos unidos e dos gregos não unidos. — A primeira das fórmulas comuns aos gregos unidos e aos gregos não-unidos se encontra em manuscritos antigos; ela é assim reproduzida no euchológio editado várias vezes em Roma pela Propaganda, Εὐχολόγιον τὸ μέγα, 1873, p. 206. Após ter lembrado que Deus sozinho pode remeter ao homem os pecados confessados, o confessor diz ao penitente que já fez sua acusação: «Confiante na palavra do Salvador, quorum remiseritis, etc., ouso dizer: Tudo o que tu confessaste à minha muito pobre pequenez, e tudo o que tu não pudeste dizer, seja por ignorância, seja por esquecimento, Deus te perdoe, neste mundo e no outro.»

Após esta fórmula vem uma dupla oração a Deus. Ibid., p. 207. Na primeira, o sacerdote, sem fazer menção expressa de seu poder ministerial, recorda o perdão de São Pedro, da pecadora e do publicano, e pede este mesmo perdão para seu penitente. Na segunda, ele recorda igualmente o perdão concedido a Davi, a São Pedro, à pecadora, ao publicano e ao pródigo, depois acrescenta: «Que Deus te perdoe da mesma forma por mim e neste mundo e no outro; que Ele te faça aparecer isento de condenação ao seu redobrável tribunal. Estejas sem inquietação pelas faltas que confessaste; vai em paz.»

A ordem destas orações é invertida em certos euchológios. O manuscrito da Biblioteca Barberini que transcreve Goar, Euchologion sive Rituale Grecorum, 2ª ed., Veneza, 1730, p. 541, e aquele que reproduz Dom Martène, De antiquis Ecclesiae ritibus, Rouen, 1700, t. II, p. 102, assim como os euchológios ao uso dos gregos não-unidos, as apresentam em uma ordem inversa daquela indicada acima segundo a edição da Propaganda, mas sempre após a confissão do penitente, salvo para a segunda fórmula que, nos euchológios atuais dos não-unidos, é colocada antes da acusação do penitente e não depois.

O penitencial atribuído a João, o Jejuador, eleito patriarca de Constantinopla em 586, e que foi editado por Morin, De poenitentia, Antuérpia, 1682, Appendices, p. 77, segundo um manuscrito do XI século, omite a primeira fórmula que indicamos. Tal é o modo de absolvição mais universalmente usado na Igreja grega, segundo os rituais comuns aos unidos e aos não-unidos. Como se encontra nos antigos manuscritos, deve-se concluir que esta é a forma antiga e tradicional da administração do sacramento da penitência na Igreja grega.

Todavia, estas três fórmulas antigas não são as únicas que se encontram nos documentos. Goar assinala várias outras encontradas em manuscritos, entre as quais três fazem menção expressa da pessoa do ministro (p. 538) e têm o mesmo sentido que a segunda oração indicada acima, quase as mesmas expressões. Duas, ao contrário, são puramente deprecatórias e não mencionam explicitamente a ação ministerial do sacerdote (p. 536); mas estas duas orações não podem ser consideradas como fórmulas de absolvição, porque, nos manuscritos já citados e nos euchológios que contêm o ofício completo da penitência, elas são colocadas antes da acusação dos pecados e, por conseguinte, antes da absolvição, e não depois, como aquelas que citamos anteriormente segundo o euchológio editado em Roma. Elas não saberiam, portanto, dar a forma: são antes orações preparatórias à confissão. Arcudius, De concordia utriusque Eccles. or. et oc. in septem sacram., Paris, 1672, p. 426 ss., Goar e com eles outros autores, contudo, acreditaram que elas tinham sido usadas para a absolvição em si, ao menos por parte de certos sacerdotes, o que não deveria surpreender quando se sabe a que ponto os estudos eclesiásticos foram longamente negligenciados na Igreja grega. Mas não se deveria ver aí senão exceções contraditas pela prática geral, que indicam os manuscritos e os euchológios. Resulta de tudo isso que as fórmulas que se pode chamar oficiais da Igreja grega, para a absolvição, apresentam-se sob uma forma deprecatória: umas, tomadas isoladamente, sem fazer menção explícita do poder ministerial do sacerdote; as outras, ao contrário, contendo a expressão.

Não é aqui o lugar de tratar em detalhe da validade destas fórmulas. Que baste dizer que ela não foi revogada em dúvida pela Igreja nas circunstâncias diversas nas quais foi agitada a questão da união, nem mesmo quando esta união foi assinada, como nos concílios de Lyon e de Florença. Certos autores acreditaram erroneamente que o papa Clemente VIII as tinha implicitamente reprovado quando, em sua Instructio super aliquibus ritibus Grecorum, 31 de agosto de 1595, n. 9, ele ordena aos gregos unidos empregar a forma prescrita pelo concílio de Florença, ao mesmo tempo que lhes permitindo adicionar em seguida as orações em uso entre eles. Mas estes autores não pensam assim senão porque consideram a ordem aqui dada pelo papa como absoluta e para todos os casos, enquanto ela não se refere senão ao caso de necessidade ou, assim como é dito no n. 8, é permitido a estes sacerdotes absolver os latinos; o que insinua bastante manifestamente que estes mesmos sacerdotes gregos podem fazer uso das fórmulas anteriormente adotadas pela Igreja grega, quando absolvem os fiéis de seu rito. Bento XIV reproduz com efeito esta instrução de Clemente VIII em sua bula Etsi pastoralis (§ v, n. 5), mas com esta particularidade que ele une em uma só frase os dois parágrafos distintos, o que faz desaparecer claramente toda ambiguidade e restringe a ordem dada aos sacerdotes gregos de se servir da forma latina aos únicos casos de necessidade onde lhes permite absolver os latinos. Eles podem, portanto, livremente, em todos os outros casos, servir-se de suas fórmulas antigas, que se encontram assim implicitamente aprovadas. A instrução de Clemente VIII e a bula de Bento XIV não concernem, aliás, senão aos ítalo-gregos. Além disso, uma decisão do Santo Ofício de 6 de setembro de 1865 prescreve aos sacerdotes orientais se servirem da forma de seu rito, mesmo para absolver os latinos, a menos de ordem contrária de Roma: o que prova a validade desta forma.

2° Fórmulas próprias aos gregos unidos. — Às fórmulas das quais se acaba de tratar, é preciso adicionar outras ao uso dos gregos unidos, mencionadas por Goar (p. 540), as quais, segundo este autor, são de origem romana, ao menos em parte, e foram feitas para os gregos da Sicília, da Calábria e da Apúlia. Elas são em número de três. Na primeira, após ter lembrado a passagem de Ezequiel: Nolo mortem peccatoris..., o sacerdote pede o perdão do penitente e adiciona: «Remeti-lhe por mim, vosso indigno servidor, todos os pecados que ele cometeu voluntariamente ou involuntariamente, pois vós dissestes: Accipite Spiritum Sanctum... Remeti, pois, por mim, indigno e abjeto ao vosso servidor N. seus pecados.» Notar-se-á sem dificuldade a estreita parentela que existe entre esta fórmula e aquelas que são certamente de origem grega. A seguinte tem um aspecto mais nitidamente latino em sua parte final; nela é dito: «E eu, seu indigno servidor, encontrando em suas palavras a autoridade de fazer a mesma coisa (remeter os pecados), eu te absolvo de toda excomunhão, enquanto eu o posso e que tu disso tenhas necessidade, em seguida eu te absolvo de todos os pecados que tu confessaste diante de Deus e diante de minha indignidade. Em nome do Pai, etc.» A terceira contém também a forma indicativa: «Eu te perdoo todos os teus pecados.»

É difícil indicar a data na qual estas fórmulas foram dadas aos gregos unidos; mas é de crer que não é antes da tomada de Constantinopla pelos turcos. Não se vê tampouco que elas tenham sido impostas aos ítalo-gregos, para o uso dos quais teriam sido compostas: seu emprego teria sido, portanto, de simples conselho e com o intuito de aproximar dos latinos os gregos estabelecidos no Ocidente, sem que houvesse para eles obrigação estrita de se servir delas. Estamos tanto mais autorizados a admiti-lo quanto duas destas três fórmulas, as duas primeiras, foram inseridas no euchológio editado pela Propaganda e revisto sob Bento XIV, sem que haja nada nas rubricas que indique uma obrigação de recitá-las sobre o penitente. Essas fórmulas são simplesmente colocadas após aquelas que vimos serem de origem grega, sob esta indicação: "outra oração", para a primeira, e "outra oração abreviada", para a segunda. (Grand Euchologe, edição já citada, p. 206 sq.).

Tais são as formas rituais da absolvição nas Igrejas gregas unidas e não unidas: não resta agora senão indicar algumas modificações, reais ou simplesmente aparentes.

3° Modificações reais ou pretendidas trazidas às fórmulas anteriormente indicadas. — Papp-Szilagyi, bispo unido de Grand-Varadin, há alguns anos, escreveu em seu Enchiridion juris eccl. Orient., Grand-Varadin, 1880, p. 235, que a forma da absolvição dada pelo Euchologe é a seguinte: «Que o Senhor Deus nosso Salvador Jesus Cristo te perdoe, meu filho N., todos os teus pecados por sua graça e sua misericórdia; e eu, sacerdote indigno, em virtude do poder que me foi dado, eu te perdoo e te absolvo de todos os teus pecados, em nome do Pai, etc.» O autor dá esta fórmula como se encontrando no Euchologe grego: deve-se entender por isso o Euchologe a uso dos rutenos. Vê-se que a forma aqui indicada não é outra senão a última fórmula do Euchologe da Propaganda, mas um pouco abreviada. Ela deve ser de um uso bastante antigo na Igreja rutena, visto que o sínodo de Zamosk, em 1720, tit. III, § 5 (Conciliorum collectio lacensis, t. II, p. 34), a declara: hactenus in Ecclesia ruthena servari solitam. Mas sua semelhança tão grande com a forma latina indica que ela foi emprestada ao rito latino; terá sido antes da união de Brześć em 1595, ou em uma data posterior? Os documentos nos faltam para dirimir a questão. O que é certo é que a forma do Euchologe russo é idêntica a esta (ver col. 205, VIII ABSOLUTION dans l’Eglise russe); o que constitui a Igreja russa tributária da Igreja latina para o sacramento da penitência — mas desde que época? Não saberíamos dizer. Poderia bem haver aí uma consequência da união de Florença, cuja influência perdurou por muito tempo na metrópole de Kiev.

Certos autores, como Palmieri, Tractatus de pœnitentia, 2ª ed., p. 146, parecem ver uma contradição entre os antigos Euchologes gregos, dos quais falamos acima, e alguns escritores gregos mais recentes, do fim do século XVI ou do começo do século XVII, a respeito da forma da absolvição. Entre aqueles que cita Palmieri, o Codex allatianus, uma resposta dos gregos de Veneza ao cardeal de Guise, Gabriel de Filadélfia e Christophe Angelos, o primeiro apenas destoa, de fato, um pouco das fórmulas usuais do Euchologe. Ele dá como forma estas palavras: Humilitas mea habet te condonatum, que se aproximam mais da forma latina. Arcudius, De concordia Eccl. orient. et occid., Paris, 1672, p. 430, e Goar declaram que não há aí senão uma forma abreviada, ao uso sobretudo dos bispos, e tradicional, embora não contida explicitamente no Euchologe. Ela seria, relativamente à longa forma ritual, o que é a forma latina, Ego te absolvo, relativamente à fórmula dos antigos livros penitenciais. Arcudius cita dois diplomas de um patriarca de Antioquia que a contêm, e Goar assinala igualmente uma oratio condonatoria que a encerra e que é de Germano, bispo de Amalthée.

A forma indicada pelos gregos de Veneza ao cardeal de Guise não é outra coisa senão a primeira fórmula do Euchologe grego, na qual o sacerdote se dirige diretamente ao penitente: seria, portanto, mal fácil encontrar aí uma inovação ou uma mudança. Aquela que indica Gabriel de Filadélfia não é igualmente senão um abreviado da segunda oração do Euchologe e não contém, por conseguinte, nenhuma inovação, não mais do que há entre nossos teólogos, quando extraem da forma ritual as palavras: Ego te absolvo, que eles apresentam como únicas essenciais. Quanto à forma indicada por Christophe Angelos († 1639), além de que ela tem um grande ar de parentesco com as formas deprecatórias dos euchologes, é preciso observar que este ilustre desconhecido redigiu e publicou seu Enchiridion na Inglaterra, onde residia, e que muito provavelmente ele escreveu de memória a fórmula que ele dá, após ter deixado as terras gregas há mais de dez anos: isso basta para mostrar o que vale seu testemunho.

Que se encontre entre certos autores não unidos, da época de que se trata ou de tempos ainda mais próximos de nós, formas de absolvição idênticas ou quase à forma latina, que não se esqueça de aí ver um empréstimo feito ao rito latino, assim como isso ocorreu para a Igreja rutena e mesmo para a Igreja russa. Goar atesta (p. 540) que Georges Corésius († 1659), teólogo da Igreja de Constantinopla, seu contemporâneo, enviou-lhe por escrito, como sendo em uso em várias igrejas dos não unidos, as formas indicadas mais acima como próprias aos gregos da Sicília, da Calábria e da Apúlia, e que são de origem romana. O fato se explica facilmente seja pela influência dos missionários latinos, seja por consequência dos estudos feitos no seminário da Propaganda em Roma por um número bastante grande de gregos retornados em seguida para seu país e mesmo para a Igreja não unida, seja pela ocupação territorial dos venezianos, dos genoveses e dos pisanos, de regiões de língua grega, etc.

II. CRENÇA DOS GREGOS NO PODER DE REMIR OS PECADOS PELA ABSOLVIÇÃO. — Resta perguntar agora se os gregos consideram, e se consideraram no passado, a absolvição como um rito sacramental produzindo a remissão dos pecados? A resposta não saberia ser duvidosa, o que quer que tenham querido pensar certos protestantes do século XVI e do século XVII. Suas asserções mentirosas tiveram mesmo por efeito levar os gregos a produzir contra eles as profissões de fé mais explícitas, em uma série de sínodos dos quais bastará citar os atos para ter o verdadeiro sentimento da Igreja grega inteira. Esses sínodos são, com efeito, o eco da tradição ao mesmo tempo que a manifestação da crença atual.

Já se tem, aliás, uma prova evidente desta crença nas próprias fórmulas da absolvição, que seriam inexplicáveis sem a fé na remissão dos pecados. O caráter puramente deprecatório de certas dentre elas, suposto que tenham sido empregadas separadamente, não saberia ser invocado contra esta crença; pois, unidas aos atos do penitente e aos do confessor, fazendo menção expressa do poder conferido aos apóstolos pelo Salvador e da remissão mesma dos pecados, elas supõem manifestamente a fé nesta remissão, e naquele que as pronuncia e naquele que vem pedir perdão. Mas não estamos reduzidos a esta simples dedução, por mais concludente que ela seja. Além do penitencial, Morin, loc. cit., e P.G., t. LXXXII, col. 1887, e o discurso atribuído a João, o Jejuador, que atestam a tradição dos Padres e testemunham a crença da Igreja grega a uma época recuada, todos os monumentos posteriores desta Igreja atestam a mesma verdade sem nenhuma nota discordante. (Para os primeiros séculos, ver col. 146 sq., II ABSOLUTION, au temps des Pères.) É preciso chegar ao começo do século XVIII para encontrar a primeira voz grega se declarando contra o valor sacramental da absolvição, e esta voz, a do famoso Cirilo Lucar, viu-se instantaneamente coberta pela de todos os prelados gregos. Estes não tinham esperado a confissão de fé nitidamente protestante conhecida sob o nome de Cirilo Lucar, para protestar contra os erros da seita sobre o ponto que nos ocupa. Jeremias, patriarca de Constantinopla, tinha exposto a este fim as crenças da Igreja grega em escritos célebres: Acta Jeremie contra lutheranos, Bale, 1584, rep. 4, e todos os expostos dessa época rangem unanimemente a penitência entre os sacramentos.

Mal a confissão de Cirilo Lucar foi conhecida, ela foi objeto de condenações multiplicadas. A Confissão da fé ortodoxa de Pedro Mogilas, aprovada no sínodo de Jassy, exprime-se assim sobre a penitência: «Este sacramento obtém seu efeito, quando a absolvição dos pecados é dada pelo padre segundo as constituições e os usos da Igreja. Pois desde que alguém obtém o perdão de seus pecados, imediatamente todas as suas faltas lhe são remetidas por Deus, pelo ministério do padre, segundo as palavras de Jesus Cristo ele mesmo: Accipite Spiritum Sanctum, etc.» Ire part., q. CXX. Kimmel, Monumenta fidei Eccles. orient., Iéna, 1850, t. 1, p. 190. O sínodo de Constantinopla de 1638 contenta-se em pronunciar o anátema contra Cirilo que ensina que não há sete sacramentos, entre os quais a penitência. Kimmel, Monum. fidei Eccl. orient., t. 1, p. 404. Aquele de Jassy realizado em 1642 exprime-se assim sobre o mesmo assunto: «Em seu décimo quinto artigo Cirilo rejeita cinco sacramentos da Igreja... a confissão unida à penitência..., os quais nos transmitiu a antiga tradição como sagrada e conferindo a graça divina.» Ibid., p. 414. O concílio de Jerusalém de 1672 confirma estes dois precedentes concílios e define por sua vez que a Igreja oriental admite a existência de sete sacramentos, nem mais nem menos, entre os quais a penitência instituída quando Jesus Cristo disse: Quorum remiseritis... etc. Ibid., p. 448-450. Ora, a confissão da fé ortodoxa e o sínodo de Jerusalém, conhecido também sob o nome de Confessio Dosithei, continuam a ser olhados hoje ainda como os expostos mais autênticos da crença da Igreja grega. Não é, portanto, necessário juntar outros testemunhos para se assegurar da fé desta Igreja sobre a eficácia da absolvição sacramental.

P. MICHEL.



Autor original: A. BEUGNET


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