MUSZKA Nicolau, teólogo húngaro (1714-1783). Nascido em Szöllössa (Hungria), a 6 de dezembro de 1714, entrou na Companhia de Jesus a 14 de outubro de 1730, lecionou em Viena a controvérsia e a teologia dogmática e moral. Tornou-se provincial da Áustria. Depois da supressão da Companhia de Jesus, foi nomeado cônego da catedral de Neusol, e lá morreu a 11 de setembro de 1783.
Suas obras de teologia, reproduções de seus cursos na Universidade de Viena, compreendem: 1. De sacramentis novæ legis dissertationum theologicarum libri octo, 2 vol. in-4°, 1754 e 1755; 2. De legibus, earum transgressione, seu peccatis, et peccatorum pœna dissertationum theologicarum libri tres, in-4°, 1756; 3. De actibus humanis, et eorum fine, seu hominis beatitudine dissertationum theologicarum libri duo, in-4°, 1757.
Sommervogel, Bibliothèque de la Compagnie de Jésus, t. v, col. 1475-1477.
A. Fonck.
MUTILAÇÃO. A mutilação pode definir-se como o corte de um membro ou de alguma parte do corpo. As operações cirúrgicas que têm por objeto retirar um órgão são, portanto, mutilações no sentido próprio da palavra; as que têm por objeto simplesmente abrir os tecidos para tratar mais eficazmente um mal interior não são, propriamente falando, mutilações; aproximam-se, no entanto, delas, pois o corpo recebe, ao menos momentaneamente, uma deterioração mais ou menos grave. Todas essas operações são regidas pelos mesmos princípios de moralidade.
Exporemos sucessivamente: I. Os diferentes aspectos sob os quais se apresenta o problema moral da mutilação. II. As soluções.
I. — Diferentes aspectos do problema moral de
Autor original: A. Fonck.
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