MARCOS, O EREMITA, autor ascético, parece ter vivido no início do século V. I. A personagem. II. A obra. III. A doutrina.
I. A personagem. — Desde o século XVI, imprimiu-se sob o nome de Marcos, o Eremita, ou o Asceta, certo número de opúsculos ascéticos fornecidos por mss. gregos. Ver o pormenor na bibliografia. Desde 1575, essa série de obras figura, numa tradução latina de Jean Picot, na primeira edição da Bibliotheca Patrum de Marguerin de la Bigne; em 1624, aparecem em grego no Auctarium dessa mesma Biblioteca, publicado por Fronton du Duc; por fim, serão impressos no t. VIII da Biblioteca de Gallandi, de onde passam para P. G., t. lxv, col. 905-1140. Sob essa forma definitiva, trazem os seguintes números e títulos: 1. De lege spirituali; 2. De hiis qui putant se ex operibus justificari; 3. De pœnitentia; 4. De baptismo; 5. Ad Nicolaum præcepta animæ salutaria; 6. De temperantia; 7. Disputatio cum quodam causidico; 8. Consultatio intellectus cum sua ipsius anima; 9. De jejunio; 10. De Melchisedec.
São mais ou menos os títulos que Fócio atribuía aos 9 livros de um certo Marcos, o Monge, Μάρκος ὁ μοναχός, que menciona na ordem seguinte, fazendo notar que essa ordem não é a mesma em todos os mss. que viu, Biblioth., cod. cc, P. G., t. ciii, col. 668, 669: 1. De lege spirituali; 2. De hiis qui putant se ex operibus justificari; 3. De pœnitentia; 4. De baptismo; 5. Consultatio intellectus; 6. Disputatio cum causidico; 7. De jejunio; 8. Ad Nicolaum; 9. Contra Melchisedecitas. Afora o De temperantia (κεφάλαια νηπτικά), é a mesma enumeração. Assim, os editores dos séculos XVI e XVII dispunham de mss. aparentados com os que Fócio havia visto. Outros mss. gregos mais recentemente assinalados por Papadopoulos-Kérameus, como pertencentes à biblioteca patriarcal de Jerusalém, e mss. siríacos conservados em Roma, em Londres, em Berlim, fornecem igualmente um corpus análogo, se não sempre idêntico, das obras ascéticas desse Marcos. Por outro lado, um ms. de Jerusalém contém, além dos tratados habitualmente atribuídos a Marcos, uma dissertação que designaremos, para abreviar, sob o título de Contra nestorianos. Reencontra-se ela num ms. de Grottaferrata (perto de Roma), que contém igualmente os tratados de Marcos. Ver A. Rocchi, Codices Cryptenses, Tusculum, 1883, p. 98, cod. 19 (B. a. XIX). Essa dissertação mostra-se aparentada com os outros opúsculos; e não parece haver razão para contestar a atribuição fornecida pelos mss.
Eis, pois, uma obra literária bastante considerável e que não carece de interesse do ponto de vista dogmático e ascético. A quem é preciso atribuí-la? Os críticos literários hesitaram por muito tempo nessa busca de paternidade. Belarmino, sem refletir muito, havia colocado Marcos no início do século V, ao lado do imperador, falta que Tillemont não tinha, equívoco que Casimir Oudin sublinha com muita amargura. Esses dois críticos, bem como Ellies du Pin, envelhecem Marcos em seis séculos, situam-no por volta do fim do século IV, mas não ousam identificá-lo de maneira certa com o asceta que figura na História lausíaca, xviii, 25. Em 1896, a Patrologia de Fessler-Jungmann fica nisso e designa ainda o autor dos tratados ascéticos por estas palavras: monachus cæteroquin ignotus. Kunze conseguiu penetrar o mistério que envolve Marcos, o Eremita. Marcus Eremita, Leipzig, 1895. Utilizando as informações, aliás raras, fornecidas pelas obras impressas, e os dados provenientes de diversos autores escalonados do século VI ao século X que citaram Marcos, chega às seguintes conclusões, que se podem considerar, no conjunto, como demonstradas. O autor dos opúsculos ascéticos é distinto do Marcos que figura na História lausíaca; é um pouco mais jovem que este; foi provavelmente discípulo de São João Crisóstomo. Durante vários anos, nosso Marcos foi superior de um mosteiro de Ancira da Galácia (Angora); mais tarde, já em idade avançada, abandonou a vida cenobítica pelos trabalhos mais duros da ascese eremítica. É verossimilmente no deserto de Judá que se retirou, e bem poderia ser esse ἀββᾶς Μάρκος ὁ ἀναχωρητής de que fala João Mosco, Pratum, c. xiii, P. G., t. lxxxvii c, col. 2861. Se é ainda o autor do tratado Contra nestorianos, vivia por volta de 430, pois o título desse opúsculo faz clara alusão às discussões que começaram em 429. Nada se pode dizer sobre a data de sua morte.
II. A OBRA. — A obra de Marcos não carece de interesse, tratando-se dos tratados propriamente ascéticos ou dos dois opúsculos dogmáticos. Os primeiros constituem uma espécie de introdução à vida religiosa e especialmente monástica.
1° Tratados ascéticos. — Os tratados 1 e 2, que parecem ter sido originalmente reunidos sob o título νόμου πνευματικοῦ, De lege spirituali, são formados de 211 curtas sentenças, bastante análogas aos ἀποφθέγματα Πατέρων. Exprimem, de maneira muitas vezes feliz, o ideal de perfeição moral que o monge deve realizar; o título que Fócio já dava à segunda parte, De hiis qui putant se ex operibus justificari, exprime bastante bem a ideia essencial. Foi ele que, com toda evidência, fez Belarmino suspeitar de infiltrações protestantes na obra de Marcos. Contudo, a doutrina está longe do quietismo.
3. O De pœnitentia, περὶ μετανοίας, prega, em 13 capítulos, a necessidade da penitência para todos. Essa penitência consiste menos em obras exteriores do que na contrição do coração, na mortificação dos pensamentos, na aceitação dos múltiplos aborrecimentos da vida. Notar-se-á o caráter discreto dessa doutrina, tão oposta à dos virtuoses do ascetismo, numerosos na época.
4. De baptismo, ἀπόκρισις τοῦ θείου βαπτίσματος, foi ainda um diálogo sobre os efeitos do batismo. Este apaga realmente todos os pecados, ou então as faltas anteriores à sua recepção (o autor coloca-se sempre no caso prático do batismo dos adultos) precisam ser desarraigadas pelo esforço pessoal?
A esta pergunta, o autor responde: Sim, o batismo nos livra realmente do pecado, fazendo-nos participar da graça libertadora; deposita em nós um germe oculto de perfeição; mas essa graça interior (que faz pensar em nossa graça habitual) só produz seus efeitos se trabalharmos, de nossa parte, para cumprir os mandamentos. O fim do diálogo versa sobretudo sobre os efeitos do pecado original. Se, como se disse, essa dissertação é do início do século V, haveria grande interesse em buscar nela uma informação sobre essa matéria difícil no Oriente no momento da controvérsia pelagiana.
5. Ad Nicolaum præcepta salutaria é uma resposta a um jovem asceta de Ancira, Nicolau, que Marcos havia dirigido outrora. Para vencer as paixões, especialmente a cólera e a sensualidade, é preciso aplicar-se ao pensamento constante de Deus, de seus benefícios, e em particular do da redenção.
6. A Disputatio cum quodam causidico relata uma conversa de Marcos (um velho asceta, sem dúvida ele mesmo) com um advogado que censura os monges por suas pregações relativas tanto aos perigos do foro quanto à prática da continência; o asceta prossegue a conversa com seus irmãos sobre os desígnios secretos da Providência na distribuição dos bens e dos males.
7. A Consultatio intellectus cum sua ipsius anima, συμβουλία νοῦ πρὸς τὴν ἑαυτοῦ ψυχήν, aparentada ao De baptismo, é um solilóquio em que o autor exprime claramente suas ideias sobre a responsabilidade que temos de nossos atos. Não acusemos nem Adão, nem Satanás, nem os outros, saibamos acusar a nós mesmos.
8. O De jejunio, περὶ νηστείας, muito curto, estuda o fim e o valor do jejum. A edição de P. G. contém também, col. 1053-1070, Capita de temperantia, κεφάλαια νηπτικά, certamente inautênticos, por serem uma compilação de sentenças tomadas de Máximo, o Confessor, e de Macário do Egito; não figuram na lista de Fócio.
2° Dogmáticos. — De caráter mais dogmático revelam-se as duas outras obras.
9. O tratado denominado de modo bastante impróprio De Melchisedec, εἰς τὸν Μελχισεδέκ, e que Fócio chama Contra os Melquisedecianos, κατὰ Μελχισεδεκιτῶν, ataca não os hereges do século designados por esse nome, e que formavam um grupo de monarquianistas condenados pela autoridade episcopal, mas contemporâneos de Marcos, já conhecidos, que nem por isso deixavam de viver na comunhão das Igrejas. Suas ideias gerais são, aliás, ortodoxas, e sua cristologia exata, mas, enganados pelas afirmações da Epístola aos Hebreus (Hebr., VII) sobre Melquisedec, imaginavam que o rei de Salém, «sem pai, sem mãe, sem genealogia, que não tem nem começo de dias nem fim de vida», era propriamente o Filho de Deus, aparecido na terra antes da encarnação. Era, a bem dizer, uma teofania do Λόγος ἄσαρκος, comparável a tantas outras que a antiga tradição patrística havia descoberto no Antigo Testamento. Epifânio conhece também uma opinião análoga. Hæres., lv, 7, P. G., t. xli, col. 985 C. Marcos a refuta como nós a exegese e da teologia.
10. O tratado que denominamos, para abreviar, o Contra nestorianos está nos ms. de Jerusalém e no de Grottaferrata designado da seguinte maneira, que indica bem o conteúdo: Πρὸς τοὺς λέγοντας μὴ ἡνῶσθαι τὴν ἁγίαν σάρκα τοῦ κυρίου μετὰ τοῦ Λόγου, ἀλλ' ὡς ἱμάτιον μονομερῶς περικεῖσθαι, καὶ διὰ τοῦτο ἄλλως μὲν ἔχειν περὶ τὸν φοροῦντα, ἄλλως δὲ περὶ τὸν φορούμενον, ἤγουν τὰ Νεστορίου φρονοῦντας : Contra os que dizem que a santa carne do Salvador não está unida ao Verbo, mas simplesmente o envolve como uma veste, e que, por outro lado, aquele que porta, em lugar de distinguir, de um lado, aquele portado em outros termos, contra os que pensam como Nestório. Em oposição a esse erro, Marcos, de acordo com as expressões cirilianas, sustenta que há entre o Verbo e a carne (a humanidade) do Salvador uma ἕνωσις καθ' ὑπόστασιν. Ver início do c. x, Kunze, p. 13. Quando fala de Jesus, a Escritura, tanto quanto o símbolo batismal, não distingue entre o Logos e o Cristo; fala sempre de um único e mesmo sujeito. O Homem-Deus não é γυμνὸς Θεός, como pensa Kunze, nem ψιλὸς ἄνθρωπος. Se a redação desse opúsculo é posterior à publicação dos anatematismos cirilianos, é bem extraordinário que nele não se trate do termo Θεοτόκος. Marcos afirma, é verdade, em diversas ocasiões que a carne de Cristo foi unida ao Verbo desde o seio materno.
III. A doutrina. — Tal como se exprime nesses diversos opúsculos, a doutrina de Marcos não se afasta sensivelmente do que se encontraria em seus contemporâneos, em um São Nilo, por exemplo. Seu ascetismo, como notamos de passagem, é sóbrio e de boa liga; os princípios em que se funda nada têm que contradiga os dados da doutrina tradicional. É bastante picante ver o protestante Ficker reeditar, em 1868, o contrassenso já cometido por Belarmino e achar nas afirmações de Marcos sobre a justificação pela fé um sabor todo luterano. É um puro miragem. Como São Paulo, o Eremita insiste no caráter inteiramente gratuito da graça e da justificação. Como santo Agostinho (que, aliás, não conhece), tira desse princípio uma lição de humildade; mas nem por isso resvala no quietismo; como todos os autores ascéticos, insurge-se contra a covardia da tibieza, prega o exercício das virtudes mesmo difíceis e a prática da renúncia.
Seria não menos injusto taxá-lo de pelagianismo; sem dúvida, suas sentenças nada têm do pessimismo agostiniano; não quer que o pecador busque desculpas na própria corrupção de sua natureza, ou nas ciladas de Satanás. Ver sobretudo o fim do De baptismo e a Consultatio intellectus. Não nega, nem por isso, a falta original; mas, como quase todos os orientais, como João Crisóstomo, que foi talvez seu mestre, não pode resignar-se a dizer que, depois da falta de Adão, o livre-arbítrio tenha sofrido um naufrágio irreparável. Em suma, sua doutrina moral mantém-se numa via média que parece muito sábia. Quanto à sua cristologia, Fócio declara, a propósito do tratado contra os melquisedecianos, que nele se descobre um erro bastante importante, αἱρέσεως ἔνοχος οὐ μετριωτέρας. Pensou-se que Fócio queria falar de monofisismo; é possível, afinal, mas a acusação não parece fundada.
Marcos é nitidamente diofisita, e seu pensamento sobre esse ponto é mais claro que o de São Cirilo. Se emprega o termo união hipostática (De Melch., c. v, P. G., t. lxv, col. 1124 B; cf. Cont. nest., c. x, Kunze, p. 13), não conhece o de união física que figura no IIIº anatematismo ciriliano. Como o Tomo a Flaviano, precisa que a carne do Salvador (digamos, a natureza humana) não teve existência em si antes da encarnação οὐ διηρημένον (σῶμα ὁ Λόγος) ἀνέλαβεν· οὐ γὰρ προϋπέστησεν αὐτὸ καὶ τότε ἠνώθη, ἀλλ' ἀδιαίρετον ἐκ μήτρας ἐποιήσατο τὴν ἕνωσιν. Todavia, não sabe distinguir suficientemente, como o faz esse documento, e como já o havia feito João Crisóstomo, os ἰδιώματα das duas naturezas. Notar-se-á também a insistência em empregar σάρξ ou mesmo σῶμα para designar a natureza humana, o que dá às afirmações de Marcos um resquício de apolinarismo. Tal como é, sua cristologia é interessante de estudar, como a expressão arcaica de uma doutrina que ainda se procura a si mesma e que não encontrou seu vocabulário definitivo.
I. Edições dos textos. — Os tratados 1 e 2 são publicados pela primeira vez, em grego e latim, por Vincent, Haguenau, 1531 (reeditados sob forma muito diferente por Jean de Fuchte, Helmstadt, 1617). Em 1563, Jean Picot (Johannes Picus) publica em tradução latina o conjunto das obras de Marcos, com exceção do De jejunio e do In Melchisedech : Marci Eremitæ, Nicolai cujusdam et Hesychii opera, Paris, in-8°. Depois dessas edições separadas, os textos passam às diversas coleções, os tratados 1 e 2 somente no Micropresbyticon, Basileia, 1550, e nos Orthodoxographa de Herold, Basileia, 1555; o conjunto dos tratados aparece na Bibliotheca sanctorum Patrum de Marguerin de la Bigne, 1ª ed., 1575, t. III; 2ª ed., 1589, v. Fronton du Duc; t. III, 1624, dá, com a tradução latina de Picot, o texto grego de todos os tratados conhecidos no Auctuarium Bibliothecæ Patrum, I, p. 861 sq. O grego figurará doravante nas diversas Bibliotecas de Paris, de Colônia, de Lyon. Em 1748, B. M. Hemondini dá S. Marci monachi... sermones de jejunio et de Melchisedech qui deperditi putabantur, Roma, in-4°. Assim completado, o Corpus de Marcos passa à Bibliotheca veterum Patrum de Gallandi, t. VIII, 1772, e daí a P. G., t. LXV, col. 905-1140. Em 1891, Papadopoulos-Kérameus publica o texto grego do Contra nestorianos, nos Ἀνάλεκτα Ἱεροσολυμιτικῆς Σταχυολογίας, t. I, São Petersburgo, p. 89-113; é esse texto que dá J. Kunze, em seu estudo, p. 6-30; em 1905, enfim, J. Cozza-Luzzi, sem parecer ter conhecimento dessa primeira edição, publica o Contra Nestorium com tradução latina na Nova Patrum Bibliotheca de Mai, t. X, p. 195-252, segundo um ms. de Grottaferrata. Para o estabelecimento de uma edição crítica, seria preciso levar em conta igualmente as traduções siríacas que foram feitas bastante cedo de toda ou parte das obras de Marcos e os comentários siríacos que foram dados aos dois primeiros tratados. Sobre os mss. da Vaticana, ver Assemani, em Bibliotheca orientalis, t. I, p. 45; sobre o British Museum, W. Wright, Catalogue of syriac mss. in the B. M., t. III, p. 1306 a; sobre um ms. de Berlim, Sachau em Handschriften-Verzeichnisse der kgl. Bibliothek zu Berlin, t. XXIII, p. 102-109; sobre os comentários siríacos, Assemani, loc. cit., p. 96, 194; Wright, op. cit., t. II, p. 482.
II. Fontes e referências. — Foram reunidas da melhor maneira por J. Kunze, op. cit., III, Geschichte und Kritik der Ueberlieferung über Marcus Eremita, p. 31-46; eis as mais importantes: Doroteu de Jerusalém, Doctrina, 1, 9; VII, 2, P. G., t. LXXXVIII, col. 1628, 1708; Anastácio, o Sinaíta, Quæstio I, P. G., t. LXXXIX, col. 342 D; S. João Damasceno, De octo spirit., P. G., t. XCV, col. 89; João Mosco, Pratum, c. CIII, P. G., t. LXXXVII C, col. 2961; Teodoro Estudita, Testam., P. G., t. XCIX, col. 1816 B; Nicéforo Calisto, H. E., XIV, xxx, liii, liv, P. G., t. CXLVI, col. 1157, 1252 A, 1256.
III. Notícias literárias e trabalhos. — Belarmino, De scriptor. eccles., Lyon, 1663, p. 257, 258; E. du Pin, Nouvelle bibliothèque des auteurs ecclésiastiques, Paris, 1693, t. III, p. 2-4; C. Oudin, Supplementum de scriptoribus eccles., Paris, 1686, p. 56, 57; do mesmo, Commentarius de scriptoribus eccl., Leipzig, 1722, t. I, col. 902-908; Tillemont, Mémoires, 1705, t. X, p. 456, 801; dom Ceillier, Histoire des auteurs sacrés, 2ª ed., t. XI, p. 636-643; Fessler, Institutiones patrologiæ, 1851, t. II, p. 631; cf. Fessler-Jungmann, t. II b, 1896, p. 143-146. Th. Ficker, Der Mönch Markus, eine reformatorische Stimme aus dem Alterth., em Zeitsch. für hist. Theologie, 1868, t. XXXVIII, p. 402 sq., 428 sq. J. Kunze, Marcus Eremita, ein neuer Zeuge für das altkirchliche Taufbekenntnis, Leipzig, 1895; do mesmo o art. Marcus Eremita, em Protestantische Realencyclopädie, 3ª ed., t. XII, 1903, p. 280-287 (comparar o que era dito na 1ª e 2ª ed. da mesma enciclopédia, por Wagenmann, 1ª ed., t. XX, p. 85 sq.; 2ª ed., t. IX, p. 286); O. Bardenhewer, Geschichte der altkirchl. Litteratur, t. IV, 1924, p. 178-186 (mostra-se reservado quanto à atribuição a Marcos do Contra Nestorianos).
É. Amann.
Autor original: E. Amann
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