DAUBENTON OU DAUBENTONNE

DAUBENTON ou DAUBENTONNE

deviam observar enumeravam os deveres naturais para com Deus, para com o próximo, para consigo mesmo e para com a cidade. A parte original do livro diz respeito à organização do culto. Existe um culto público e um culto privado. O culto público é celebrado no asilo ou templo; o ano ritual começa, como o ano republicano, no equinócio de outono, e cada estação é ocasião de uma grande festa comum a todos os Adoradores. Não há sacerdotes propriamente ditos; o papel deles é desempenhado por chefes de família eleitos a cada ano e que se vestem com um traje minuciosamente descrito e ridículo. A cada nove dias, sendo oito dias consecutivos consagrados ao trabalho, o Adorador dirige-se ao templo com sua família. Os ritos principais são a manutenção de um fogo sagrado perpétuo no asilo, rito renovado da religião dos Guebros, danças sagradas, oferendas de trigo ou de frutos, etc. Os funerais são cercados de cerimônias muito longas e muito complicadas. Dois dias por ano são consagrados à celebração dos casamentos. Quanto ao culto doméstico, cujo sacerdote é o chefe de família, ele é de longe o mais importante. O culto dos Adoradores teve até um início de execução. Segundo Grégoire, Daubermesnil teria fundado dois asilos, um em Gaillac, em sua terra natal, o outro em Paris, na rue du Bac, e aqui a associação teria reunido sete ou oito chefes de família. Logo os Adoradores confundiram-se com os teofilantropos, dos quais Daubermesnil tornou-se um dos chefes. Grégoire, Histoire des sectes religieuses, 2 in-8°, Paris, 1810 e 1814; 2e édit., 1828; Mathieu, La théophilanthropie et le culte décadaire, 1796-1801, in-8°, Paris, 1903.

Autor original: C. CONSTANTIN

A extração e a tradução foram feitas por IA e em caso de algum erro podem entrar em contato com o editor