CHOUMNOS Nicéphore, retórico, filósofo e teólogo grego do século XIII-XIV, nascido em Constantinopla. Ocupou cargos importantes na corte bizantina sob os imperadores Miguel VIII Paleólogo (1261-1283) e Andrônico II (1283-1328). Foi nomeado prefeito do Canicle (chanceler ou secretário de Estado) e grande estratopedarca. Pachymérès, P. G., t. CXLIV, col. 482-483, 213; Nicéphore Grégoras, P. G., t. CXLVIII, col. 405; Cantacuzène, P. G., t. CLIII, col. 357.
Pelo casamento de sua filha Irene com o déspota João Paleólogo, filho de Andrônico II, entrou para a família imperial. P. G., t. CXLIV, col. 318-319; t. CXLVIII, col. 408. Em 1320, na sua velhice, retirou-se para um claustro e ali tomou o hábito monástico, mudando o seu nome para o de Natanael. Não temos de mencionar as suas obras filosóficas ou literárias. Cf. Krumbacher, Geschichte der byzantinischen Litteratur, p. 478-482.
Como teólogo, Nicéforo Choumnos, criado na escola e nas ideias de Gregório de Chipre, posicionou-se como adversário da teologia ocidental. Dele temos: ’Avacxevy tod Sdywatos tov Aativwy mepl tig extopedcews tod aylou Tlveduatoc. Démétracopoulos, ‘H dgiedetes “EXds, Leipzig, 1874, p. 68-69; Krumbacher, Geschichte der byzantinischen Litteratur, Munique, 1897, p. 110; Théodore Hyrtakinos, Movw3ia int < cegimobyzw cup= mevdlow tod xgaciozvov uxt ayiov adtoxgdtopes Fuayv xvgod "Avdoovixov tod Iahatohoyox xved Nexysdaw NXodpvw cG int to¥ Kavixdetov, em Boissonade, Anecdota graeca, Paris, 1829, t. 1, p. 282-292; as obras de caráter religioso estão na mesma coleção, t. v, p. 183-350; as cartas nas Anecdota nova, Paris, 1844, p. 4-190; P. G., t. CXL, col. 1397-1526.
Autor original: A. Palmieri
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