AVIT — (Santo).
I. Vida.
II. Obras. P. Mandonnet.
III. Doutrina.
1. Vida. Alcimus Ecdicius Avitus, nascido provavelmente em Vienne, em meados do século V, de uma nobre família galo-romana originária da Auvérnia, tornou-se bispo de Vienne por volta de 490 e morreu por volta de 519. Graças a ele, Gondebaldo, rei dos borgonheses, proclamou a religião católica que não teve a coragem de abraçar, e Sigismundo, filho e sucessor de Gondebaldo, converteu-se. Ao mesmo tempo que o arianismo, Avito combateu as doutrinas de Nestório e de Eutiques. Sustentou a causa do Papa Símaco contra o antipapa Lourenço. Foi a alma do Concílio de Epaone (517), cujos cânones fortaleceram a disciplina eclesiástica. O bispo, em Santo Avito, foi acompanhado por um homem político de primeira ordem. Acusaram-no de ter traído seu rei e sua nação ao incitar Clóvis a empreender uma guerra contra os arianos. É uma realidade reconhecida que esta imputação é sem fundamento. A única peça que se cita agora é uma carta de Santo Avito a Clóvis, caída por assim dizer no esquecimento, e um fragmento de uma carta escrita por Avito e enviada pelo rei Sigismundo ao imperador Anastácio, que conservava uma suserania nominal sobre todo o império e de quem os borgonheses detinham seus direitos. Cf. Chevalier, Œuvres complètes de saint Avit, p. 190-193. A frase memorável: « La victoire est nôtre puisque désormais on ne craindra plus de donner le nom de notre foi à notre nation », significa que doravante não se receará mais aderir à fé católica e, sem dúvida, inspira em Santo Avito a confiança de realizar finalmente a conversão de Gondebaldo, que lhe era tão cara. Bispo e estadista, Santo Avito foi ainda um escritor digno de estima. Sua prosa é embaraçada e não escapa à decadência então geral; mas seus versos têm belezas que fazem dele «o mais distinto de todos os poetas cristãos do século V ao VIII». Em particular, seus três poemas sobre a criação, o pecado original e a sentença de Deus formam como um Paraíso perdido que, ao julgamento de Guizot, merece a honra de ser comparado de perto ao de Milton. * Histoire de la civilisation en France, 2ª ed., Paris, 1853, t. II, p. 58, 60.
II. Obras.
1° Cartas. — P. L., t. LIX, col. 199-290, 381-386; Chevalier, Œuvres complètes de saint Avit, p. 117-269, 357-358. Santo Avito publicou ele mesmo uma edição de suas cartas? É provável. Em todo caso, elas existiam distribuídas em nove livros, segundo seu biógrafo. Cf. Hist. Franc., t. II, 34, P. L., t. LXXI, col. 231; Chevalier, p. 78. Restam na edição Chevalier, mas dezesseis cartas que não são dele ou que foram escritas por ele em nome do rei Sigismundo. Uma carta do Papa Símaco a Santo Avito, P. L., t. LXII, col. 51: cf. t. LIX, col. 391, não é autêntica. Cf. Chevalier, p. XXXVIII-XXXIX. Muitas destas cartas constituem um importante tratado intitulado Contra eutychianam hæresim, mas que trata sobretudo contra o nestorianismo. Cf. P. L., t. LIX, col. 202-219; Epist., LXXXVI, LXXXVII, p. 247-269. O conjunto é uma das fontes mais ricas para a história política e religiosa.
2° Homilias e fragmentos diversos. — P. L., t. LIX, col. 289-322, 385-386, 391-398; Chevalier, p. 289. Santo Avito havia feito uma coletânea de suas homilias, talvez distinta do homiliário De diversis temporibus de que fala seu biógrafo. Cf. P. L., t. LIX, col. 323; Chevalier, p. XIII, XXI. Apenas duas destas homilias chegaram até nós completas ou quase, uma delas trata da história das Rogações, P. L., t. LIX, col. 289-294; Chevalier, p. 293-299. Temos fragmentos de outras vinte e cinco e a indicação de outras quatro. Floro de Lyon, que utilizou uma boa parte destes fragmentos em seus comentários dos Padres sobre as cartas de S. Paulo, salvou do esquecimento vestígios de cartas ou tratados de Santo Avito. Cf. P. L., t. LIX, col. 323-382; Chevalier, p. XXXIX-XLVI. A pedido de seu irmão Santo Apolinário de Valence, Avito reuniu cinco de seus poemas, que ele designa, em uma de suas cartas, sob o título geral de De spiritalis historia gestis. Cf. P. L., t. LIX, col. 323-382; Chevalier, p. 200-262; Epist., XLVI. Os manuscritos dão: 1. I, De initio mundi; 1. II, De originali peccato; 1. III, De sententia Dei; 1. IV, De diluvio; 1. V, De transitu maris rubri. Cf. S. Isidoro de Sevilha, De vir. illust., XXXVI, P. L., t. LXXXIII, col. 1101; S. Gamber, La poésie latine au Ve siècle, Paris, 1899, p. 25-29. Sobre um novo pedido de Santo Apolinário, Avito enviou-lhe um poema De virginitate, ou, como ele se expressa, De consolatoria castitatis laude, endereçado à irmã deles, a virgem Fuscina. Cf. P. L., t. LIX, col. 369; Chevalier, p. 40, 90.
Obras apócrifas. — Santo Avito não é o autor de um poema sobre o Heptateuco que lhe atribuem manuscritos e, sob a fé destes manuscritos, o editor de Santo Avito, Sirmond. Cf. Sirmond, Opera varia, Paris, 1696, t. II, p. 264, e P. L., t. LIX, col. 381; Pitra, Spicilegium Solesmense, Paris, 1852, t. I, p. XXXVIII-XXXIX; Mayer, The latin Heptateuch, Cambridge, 1889. O relato do colóquio de Lyon entre católicos e arianos, publicado entre as obras de Santo Avito, P. L., t. LIX, col. 387-392, não é autêntico. Cf. J. Havet, Bibliothèque de l'École des chartes, 1885, t. XLVI, p. 233-250; Chevalier, p. 157-158.
III. Doutrinas.
1° A Igreja e o Papa. Santo Avito vê na arca de Noé a imagem da Igreja, e, no sono de Adão e na criação de Eva, a imagem do sono de Jesus na cruz e do nascimento da Igreja. Poem., I, 160-169; IV, 493-501; P. L., t. LIX, col. 327, 353; Chevalier, p. 10, 60. Cf. P. L., t. LIX, col. 311; Chevalier, p. 289. Ele proclama a unidade dos fiéis sub uno Deo patre et una Ecclesia matre in una fide. Epist., I, P. L., t. LIX, col. 200; Epist., LXXXV, Chevalier, p. 243. Cf. Epist., III, P. L., t. LIX, col. 214; Chevalier, p. 270. Ele fala como «grave e eloquente defensor da Igreja romana». Bossuet, Sermon sur l'unité de l'Église, nas Œuvres oratoires de Bossuet, ed. Lebarq, Paris, 1896, t. VI, p. 115. Cf. O. Bardenhewer, Les Pères de l'Église, trad. Godet e Verschaffel, Paris, 1899, t. III, p. 118. Ele felicita João da Capadócia, arcebispo de Constantinopla, por ter posto fim ao cisma de Acácio pela reunião da Igreja do Oriente à de Roma. Epist., VII, P. L., t. LIX, col. 227-228; Chevalier, p. 141-142.
Antes do desfecho deste caso, ele havia escrito, em nome dos bispos da província de Vienne, ao Papa Hormisdas, para suplicar-lhe que o mantivesse a par e lhe dizia estas fortes palavras: Quæsumus ergo ut quid filiis vestris, fratribus meis, idest gallicanis, si quid responderi debeat instruatis, et quia securus, non dicam de Viennensi, sed de totius Galliæ devotione, polliceor omnes super statu fidei vestram captare sententiam... Epist., LXXXII, P. L., t. LIX, col. 290; Epist., XXXII, Chevalier, p. 179-180. Cf. Epist., XXXVII, P. L., col. 253-254; Epist., XXXIV, Chevalier, p. 181-182.
Ao patrício Senarius, ministro do rei Teodorico, a quem pedia que fizesse chegar a Hormisdas a carta da qual acabamos de falar e a Viena a resposta de Hormisdas, explicava a consulta dos bispos de sua província nestes termos: Scitis statum synodalium esse ut in rebus, quæ ad Ecclesiam pertinent, si quid dubitationis exortum fuerit, ad Romanæ Ecclesiæ maximum sacerdotem quasi ad caput nostrum membra sequentia recurramus, e convidava desse modo Senarius a interessar-se pela questão: Non enim ad solos sacerdotes Ecclesia pertinet, sed cunctis fidelibus régula fidei sicut et sollicitudo communis est... Cum de ista vel aegrotat aliquid vel sanatur, nobiscum vos aut gaudere oportet aut gemere. Epist., XXXVI, P. L., t. LIX, col. 253; Epist., XXXIII, Chevalier, p. 180-181.
Em 501, os bispos da Itália, por ordem do rei Teodorico, haviam se reunido em concílio e julgado o papa Símaco: não podendo ir a Roma pessoalmente nem reunir um concílio nacional, São Avito protestou, em nome de todo o episcopado da Gália que o havia encarregado disso, em uma carta que é um dos documentos mais insignes sobre a primazia do papa. Epist., xxxi, P. L., t. lix, col. 248-249; Epist., v, Chevalier, p. 131-133.
— 2° As heresias e os heréticos. Sobre as controvérsias trinitárias e cristológicas de seu tempo, São Avito expõe e prova a doutrina ortodoxa. Ele se dedica principalmente a estabelecer a divindade de Jesus Cristo e a realidade de seu corpo. Agobardo, de Lyon, reivindicará a autoridade dele para combater o adocionismo de Félix de Urgel. Cf. Lib. advers. dogma Felicis Urgellen., c. xxxix, xli, P. L., t. civ, col. 65, 97. Avito afirma, com a divindade do Espírito Santo, sua PROCESSÃO do Espírito Santo a Patre Filioque e sua missão a Patre vel Filio. P. L., t. lix, col. 386; Chevalier, p. 278.
Mas, se a doutrina de Avito é segura, ele teve, sem falar de uma injusta condenação da palavra insufflare, em vez de inspirare, aplicada a Deus (cf. a nota de Sirmond, P. L., t. lix, col. 200), alguns erros de fato que não deixam de surpreender. Avito atribui a Eutiques o Xpiorotóxoç que ele não admitia, mas que admitia Nestório com a exclusão do ©eotóxoç igualmente rejeitado por Eutiques. Epist., ii, P. L., t. lix, col. 204; Epist., lxxxvi, Chevalier, p. 249. Ele relata de maneira inexata o conflito recente entre ortodoxos e monofisistas em Constantinopla, a respeito da adição ao Triságio do Qui crucifixus es propter nos miserere nobis. Epist., iii, P. L., t. lix, col. 210-212; Epist., lxxxvii, Chevalier, p. 257-259. Ele vangloria perante Clóvis a ortodoxia do imperador Anastácio, na realidade favorável ao monofisismo. Epist., xli, P. L., t. lix, col. 258; Epist., xxxviii, Chevalier, p. 191.
São Avito foi interrogado por Gondebaldo sobre uma carta que é de Fausto de Riez, P. L., t. lviii, col. 845-850, embora São Avito se pergunte se é ele quem a tem por autor ou se é Fausto, o maniqueu. Epist., iv, P. L., t. lix, col. 219-220; Epist., ii, Chevalier, p. 121-125. Nela era dito que a penitência momentânea, isto é, feita no momento da morte, é inútil, e que a fé apenas não serve de nada. Avito insurge-se contra a primeira afirmação. Relativamente à segunda, ele observa que a fé sem as obras salva as crianças assim como os adultos que viessem a morrer após o batismo antes de terem podido fazer obras; aqui, não parece que São Avito alcance o ensinamento de Fausto de Riez, pois Fausto não fala da inutilidade da fé sem as obras senão para os adultos batizados e em condições de agir, a julgar pelo que ele diz em outro lugar. De gratia Dei et libero arbitrio, i, 7, P. L., t. lviii, col. 794.
Na reconciliação dos novacianos e dos outros heréticos batizados em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, o batismo não se reitera. P. L., t. LIX, col. 311; Chevalier, p. 280-281.
Distinguia-se, na confirmação que se dava após o batismo, a crismação e a imposição das mãos: por ocasião do retorno à fé católica de um dos raros donatistas que existiam nas Gálias, Avito diz que a crismação não se renova, mas a imposição das mãos sim. Epist., xxiv, P. L., t. lix, col. 240-241; Epist., xxii, Chevalier, p. 162-163. Sirmond viu, neste texto, a prova de que, aos olhos de Avito, a imposição das mãos constituía a confirmação propriamente dita e dava o Espírito Santo, P. L., t. lix, col. 240-242, nota, e cf. Antirrheticus secundus de canone Arausicano, em Opera varia, Paris, 1696, t. IV, col. 291-320; em outras duas passagens, São Avito atribui à imposição das mãos sobre os heréticos reconciliados uma espécie de sanatio de seus erros. P. L., t. Lix, col. 225, 311; Chevalier, p. 135, 280.
São Avito admite que todo herético convertido, mesmo bispo, se por outro lado nada se oponha, possa ser promovido ao episcopado. Epist., xxvi, P. L., t. lix, col. 242-243; Epist., xxiv, Chevalier, p. 161-165. Em compensação, em conformidade com o 14º cânone do concílio de Epaone, Labbe e Cossart, Sacrosancta concilia, Paris, 1671, t. iv, col. 1580, São Avito mesmo admite que as igrejas dos heréticos convertidos não podem ser afetadas ao culto católico.
Quanto aos templos daqueles que permanecem fiéis às doutrinas heréticas, São Avito não quer que lhos arranquem pela violência, assim como não quer que se persigam os heréticos (São Avito falava assim sob o regime dos reis arianos, que não o podem, sed vim intendere, loca eis pervadere, aut ea auferre, non pertinet ad columbam. Epist., ii, P. L., t. lix, col. 224-227; Chevalier, p. 133-139. Do mesmo modo, a Clóvis neófito, São Avito havia aconselhado, não, como o reprovaram, o apostolado da violência, mas o da persuasão. Epist., xli, P. L., t. lix, col. 259; Questions diverses, xxxviii, Chevalier, p. 192. Não se deve privar da comunhão por faltas leves. Epist., LXI, P. L., t. LIX, col. 272-273; Epist., LXIII, Chevalier, p. 220.
São Avito nos ensina que, em seu tempo, servia-se da palavra missa para despedir a assistência, não apenas ao fim da missa, mas também nos pretórios. Epist., i, P. L., t. Lix, col. 199; Epist., lxxxv, Chevalier, p. 243.
Ele deseja, antes que se reconcilie com a Igreja, que se submeta à penitência pública um homem que se havia casado, contra os cânones, com a irmã de sua falecida esposa. Epist., xv, P. L., t. lix, col. 233-234; Chevalier, p. 151. Ele mesmo atenuou essa decisão e consentiu em dispensar da penitência pública, contanto que a separação tivesse ocorrido. Epist., xvi, P. L., t. lix, col. 234-235; Chevalier, p. 152-153.
Sobre o papel do povo nas eleições sacerdotais e episcopais, São Avito tem este texto importante: Satis gravis exempli est ut nunc sacerdotalis ordinatio a populis regenda dicatur, cum idcirco tantum, in consecrandis episcopis, plebibus servetur electio ut ad succiduas constitutiones velut per quoddam mandatum electis liceat legere quod videtur. Epist., lxvi, P. L., t. lix, col. 271-275; Epist., xlix, Chevalier, p. 210. Ele não quer que os clérigos dependam da justiça secular. Epist., lxi, P. L., t. lix, col. 272; Epist., lxiii, Chevalier, p. 220.
Sirmond acreditou encontrar, em São Ávito, a afirmação do direito que o marido teria de se separar de sua esposa adúltera e de contrair novas núpcias com outra. Contudo, não parece que o bispo de Vienne seja tão explícito. Ele diz apenas: Quid illum excogitari nec hoc turpius, prohiberet quid a meretrice horribilius propter quod solum Deus permittit separari virum a conjuge, Epist., xlix, P. L., t. lix, col. 207 (cf. a 1ª nota de Sirmond); Epist., xlvii, Chevalier, p. 208; o que autoriza a deixar a esposa adúltera, mas não a contrair novas núpcias.
Ávito, após explicar que os anjos levam nossas preces ao céu e nos trazem os benefícios de Deus, acrescenta: Assistant donorum lii spiritu, precibus quorum nostris, volasse non pennarum voluisse est. P. L., t. lix, col. 315; Chevalier, p. 319; cf. P. IV, 190-202, P. L., t. LIX, col. 348; Chevalier, p. 50. A pena do fogo no inferno é eterna. Poem., iii, 57-65, P. L., t. lix, col. 338; Chevalier, p. 32. As crianças mortas sem batismo são condenadas à geena e às suas chamas. Poem., vi, 190-195, P. L., t. lix, col. 372-373; Chevalier, p. 98. Como quase todos os autores seus contemporâneos, São Ávito acreditou que o fim do mundo era próximo. Epist., XX, P. L., t. lix, col. 237; Epist., xviii, Chevalier, p. 157; cf. Poem., v, 251, P. L., t. lix, col. 360; Chevalier, p. 74. legem. Ele combateu Gundobado, as ordálias, c. xiii, cf. P. L., t. civ, col. 124-125; cf. F. Patetta, Le ordalie, Turim, 1890, p. 329; C. de Smedt, Etudes publiées par des Pères de la Compagnie de Jésus, 15 de janeiro de 1895, p. 381. Alusões, enfim, dos textos de São Ávito sobre a disciplina do arcano, Epist., xxvii, P. L., t. lix, col. 242; relíquias da verdadeira cruz, Epist., xxiii, P. L., col. 239-240; Epist., xxi, Chevalier, p. 102; xxvii, P. L., t. lix, col. 243-244, 107.
OBRAS. — São Ávito, reunidas por um de seus discípulos, foram invariavelmente, na tradição, na antiquissim., cf. P. L. M. G. H. Auct. antiq., t. vi, Berlim, 1883. Cf. t. vi (nos, na univ. t. vi, p. 283-511).
Vida. — 1° Fontes. Vita s. Aviti, publicada por Chevalier, in Analecta bollandiana, t. ii, Bruxelas, 1883, p. 137, e Chevalier, p. xi-xxv. 2° Trabalhos modernos. Acta sanctorum, Paris, 1863, febr. t. i, p. 666-674; U. Chevalier, Sancti Aviti Viennæ episcopi, opera, Paris, 1890; H. Hurter, Theol. christiana, Paris, 1865, t. xvi, col. 19-23, e inscrições, p. 137-172; C. Binding, Das burgundisch-romanische Königreich, Leipzig, 1868, p. 122; bispo de Vienne em Dauphiné, obras, Paris, 1876; A. Ebert, Histoire générale de la littérature du Moyen Age, trad. Ayraeric e Condamin, Paris, 1884; Berlim, Avitus, 1883, t. i, p. 419-428; R. Peiper, l-lxxvi de Mon. Germ. hist. Auct. antiq., t. vi, Berlim, 1883; B. Denkinger, Le arianisme en Gaule, Genebra, 1890; S. Gamber, o livro de nas poesias e nas outras fontes, cf. U. Chevalier, Répertoire des sources historiques du moyen âge, Bio-bibl., p. 202, 2436, e Œuvres complètes de saint Avit, p. xxix-xxxvii.
Autor original: F. Vernet
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