O concílio realizado em Adana, na Cilícia, pelos armênios no início do pontificado de João XXII, por volta de 1316, foi convocado pelos esforços do rei Oschin e presidido pelo patriarca Constantino. A união com a Igreja Romana foi ali ratificada. Em consequência, o concílio renovou os decretos do concílio de Sis e ordenou que a festa do Natal fosse celebrada em 25 de dezembro e não em 6 de janeiro como outrora; que se misturasse água ao vinho no cálice da missa; e que os armênios professassem duas naturezas em Jesus Cristo, conforme o Concílio de Calcedônia. Os atos foram assinados pelo patriarca Constantino, por João, arcebispo de Tarso, por Constantino, arcebispo de Sis, por João, arcebispo de Dason, por Estêvão, bispo de Adana, e treze outros bispos, bem como pelo rei Oschin e pelos grandes dignitários do reino.
BIBLIOGRAFIA: C. Galanus, Conciliatio Ecclesie Armenie cum Romana, Roma, 1650, part. I, c. XXIX.
Autor: J. Lamy