7. BENTO VII, papa, sucessor de Bento VI, eleito em outubro de 974, morto em 983. O conde Sicco, missus imperial, que não havia podido proteger Bento VI contra o pretendido Bonifácio VII, conseguiu, com a aproximação de Otão II, fazer eleger o filho de um romano, bispo de Sutri, que foi o papa Bento VII. Franco ganhou Constantinopla e lá esperou por uma hora mais favorável.
As circunstâncias desta elevação explicam a hostilidade que Bento VII encontrou, e da qual algumas crônicas falam em termos vagos, e a extrema complacência do papa para com o episcopado alemão; ele concedeu diversos privilégios a monastérios da Alemanha e favores pessoais ao arcebispo Dietrich, de Tréveris, e a Willigis, arcebispo de Mogúncia.
Bento era um pontífice estimável; ele condenou a simonia em um sínodo de 981. Jaffé, 3804.
Ele precedeu de alguns meses na tumba seu protetor Otão II, cujo apoio lhe permitiu terminar pacificamente seu pontificado. Jaffé, Regesta pontificum, t. 1, p. 479; Duchesne, Liber pontificalis, t. II, p. 258; Watterich, Pontificum romanorum vitæ, t. I, p. 66, 686; Hauck, Kirchengeschichte Deutschlands, Leipzig, 1896, t. 1, p. 146, 199; Giesebrecht, Jahrbücher des deutschen Reichs unter Otto II, Berlim, 1840, p. 141; Id., Geschichte der deutschen Kaiserzeit, 4ª ed., Brunswick, 1873, t. 1, p. 580.
Autor original: H. Hemmer
A extração e a tradução foram feitas por IA e em caso de algum erro podem entrar em contato com o editor